Domingo, 13.05.12

O desastre americano...

Sempre tive no meu íntimo uma boa imagem da América.

Mulheres bonitas, escritores razoáveis, locais dignos de serem visitados e comida com uma capacidade calórica capaz de implodir pequenos edifícios no Bronx.

Depois apareceu o Jersey Shore.

Depois do choque inicial, continuei convicto que mesmo assim devia de haver mulheres bonitas, escritores que não os argumentistas do respectivo reality show, locais a serem visitados que não New Jersey e comida que não transforme o incauto esfomeado num ataque cardíaco ambulante.

Sexta feira destruí por completo não a imagem que tinha da América mas provavelmente qualquer probabilidade de algum dia pisar solo norte americano sem levar com um taser em cima e ser recambiado para Guantanamo.

O local? The Great American Disaster.

O nome por si só, desperta à partida o terrorista (não islâmico, que sou de São Sebastião da Pedreira...) que habita em mim. Depois, sempre tive uma paixão pelo conceito de diners. Simplesmente não sei se é de ter visto demasiado os filmes Porky's (que basicamente um adolescente via porque havia lá mamocas aos saltos de 5 em 5 segundos) ou porque...sim...Basicamente, acho que a culpa é do Porky's!

Já não era cliente do American Disaster talvez para 4 anos. Recordo-me que estive lá com um grupo de amigos e que fomos a alegria da casa.

4 anos depois eis-me de volta ao desastre americano.

O local continua giríssimo como sempre. A empregada que lá estava tinha (e espero que continue a ter, seria uma pena tê-los perdido algures) uns olhos fabulosos e a comida continua tal como me recordava. Bastante boa e sobejamente demorada. Mas era hora de almoço. Dou um desconto.

Mas se então só estou a escrever coisas boas (o que não é de todo habitual no felino), onde é que está a parte do desastre?

Bem...

Vamos colocar a coisa desta forma...

 

- Uma imitação bastante razoável do "Love me Tender" quando a minha companhia pediu um hambúrguer mal passado chamado Graceland...

- Os sorrisos estampados nos rostos das duas meninas da mesa ao lado quando abordo temas tão catedráticos como masturbação e vaginas (ou terá sido clítoris? Já nem me lembro...)

- 300 imitações pouco razoáveis do famoso "Thank you...Thank you very much" do Elvis com gestos e tudo...

- Dei a conhecer a minha intenção de roubar uma série de placas decorativas muito catitas que estavam penduradas na parede com detalhes pormenorizados...

- Reclamar constantemente pelo facto dos empregados não andarem de patins...

 

E depois, acabar o almoço a declamar Almada Negreiros numa paragem de autocarro ao mesmo tempo que fazíamos uma versão do Alfaite Lisboeta mas com placas de pontuação de 0 a 10...

Conclusões a tirar disto?

A companhia da pessoa certa tem o condão de elevar o sentido de humor a níveis estratosféricos.

Ah, e o Almada Negreiros era um visionário. Houvesse um canal por cabo de sexo na altura e o gajo estava rico...

Pode eventualmente ser do consumo de Antiqua, mas estou a modos que: ...
Sexta-feira, 11.05.12

Bernardo Sasseti, RIP.

 

Conheço muito superficialmente a obra de Bernardo Sasseti.

Mas não posso deixar de prestar o meu tributo a um homem que embora conhecendo tão mal, tratava um dos instrumentos que mais prezo com a delicadeza, mestria e sabedoria que merece.

Perdeu-se um senhor da música mas mais que isso, um homem, um pai.

...

 

Permitam-me o partilhar de algumas palavras que comigo foram partilhadas anos atrás...

 

"Um grande pianista não é de todo um grande executante. Um grande pianista é aquele que desperta a lágrima onde ela não existe. Aquele suster de respiração, o viajar da mente, o toque de doçura dos lábios de alguém que se ama."

 

Até sempre, Sasseti.

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Quinta-feira, 10.05.12

Um assunto pertinente, para variar um pouco...

Hoje em amena cavaqueira com uma amiga, surgiu um tópico que me deu que pensar o resto do dia...

O sentido de humor é uma parte significativa do ser humano. Aliás, nos dias que correm ter sentido de humor é o pilar de uma existência razoável. Se não formos capazes de rir das desgraças com que diariamente somos bombardeados, então mais vale ir para o Cemitérios dos Prazeres já cavar a cova e cortar os pulsos no local para evitar manchas nos tapetes lá de casa (toda a gente sabe o quão difícil é tirar manchas de sangue)...

No entanto, lá porque abordamos todos os tópicos sempre com uma piadola ou temos sarcasmo para vender a este mundo e o próximo, existe uma tendência para menosprezar quem faz do humor uma forma de estar na vida.

Foi-me dito que as pessoas ao verem um lado nosso brejeiro, tendem a partir do princípio que não há lugar para nada mais. Olho para a literatura, sentido crítico para a arte, ouvido para a música, sentido crítico de debate. Puro engano.

Há sempre muito mais do que o olho alcança mas o ser humano tornou-se preguiçoso. Tudo o que dá trabalho é colocado de parte, embora se saiba à partida que as pedras mais preciosas se encontram debaixo de pilhas de granito.

É verosímil dizer que temos de ser nós a adoptar posturas mais permeáveis de forma a que as pessoas possam ver para além do óbvio ou será que quem merece ver o "todo", tem de dar ao pedal e mostrar-se merecedor disso?

Há quem diga que existe um tempo para agir como um rochedo e outro para ser como a areia. Ora ser intransponível, ora permeável.

Cada qual saberá o que é em cada momento da sua vida. Adaptamo-nos. É a realidade.

 

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Quarta-feira, 02.05.12

Pingo Doce...Venha cá!!!

 

E foram...Porra, se foram...

Bem, se não havia dinheiro neste país, muita gente deve ter andado a assaltar bancos pela manhã porque o volume de compras que se verificou não se paga com boa vontade, sorrisos ou até mesmo favores sexuais (por muito desconto que 50% seja).

Como diz e bem o slogan, venha cá. E eles foram. Milhares deles foram e provavelmente alguns deles vieram-se no processo também. Tanto excitação é de supor que alguns se tenham descuidado. Normal. Mas como a conta ficou por metade, bem podiam levar o carrinho cheio de toalhetes absorventes que ninguém dava por nada.

Pessoalmente, gostei desta iniciativa. Já não observava pessoal à lambada por tão pouco como uma lata de tomate pelado desde o tempo das adolescentes a puxarem cabelos pelos Excesso.

Isto ajudou as famílias a poupar? Epá, se fazes compras no valor de 100€ e pagas 50€, obviamente que sim. É mais ou menos a mesma coisa que pagares uma prostituta anã e te sair uma sueca de 1,98cm. Não reclamas e ficas com um sorriso no canto da boca. Para quem gosta de suecas e não de anãs, obviamente.

É legal? Hum...Bem, vou esperar para ver. Dizem que a ASAE vai analisar a coisa, mas não os estou a ver a irem a casa das pessoas recolher o material comprado se a coisa der gralha.

Vai-se falar nisto o resto do ano? Provavelmente.

A questão que coloco é a  seguinte...

Para fazer isto, é preciso que o Grupo Jerónimo Martins tenha uma margem de lucro astronómica para poder perder 50% do valor e mesmo assim...ter lucro! Mesmo que a afluência por comparação com outros dias supere os 1000%, continua a ser necessário ter uma margem de lucro base estratosférica...Tem a ver com validades? Não creio. Vi muitos comentários de colaboradores do Pingo Doce a defenderem a sua dama.

Fica ao critério de cada um. A minha lógica alentejana ensinou-me anos atrás que ninguém dá chouriços a menos que lhes dêem umas quantas varas de porcos antes.

 

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Sexta-feira, 27.04.12

Gripe...

 

Visto que as minhas últimas 48 horas foram passadas numa espécie de coma (não esse tipo de coma, suas mentes depravadas...), só hoje é que me apercebi do que perdi.

Ora vejamos...

 

- Hoje já é 27 de Abril, o que significa que passei o 25 de Abril de cama. Ok, num dia que se celebra a liberdade, eu passei-o fechado entre 4 paredes, uma cama, lençóis térmicos e toneladas de lenços de papel. Fantástico.

- Não ocorreu nenhum tsunami nesta minha ausência do mundo. Fico feliz. Isso quer dizer que o máximo que os meus espirros conseguiram foi abafar os gemidos e o estuque a ir à vida do quarto da minha vizinha.

- A Telma Monteiro conquistou mais uma medalha de ouro. Valente mulher. Sempre disse que os conteúdos mais valiosos nem sempre precisam de invólucros grandes. Mas não lhe digam isso a ela. Se ela sonha que lhe chamei meia leca, dá-me cabo do canastro.

- Não fui contactado por nenhuma linha erótica para um part time. Um desperdício. Com a minha voz rouca, julgo que faria um sucesso estrondoso simplesmente a dizer "Por favor, não desligue. A sua chamada é muito importante para nós...".

 

Acho que perdi mais umas quantas coisas. Não sei das chaves de casa. Existe a séria probabilidade de as ter engolido com o xarope. Bem que achei aquilo um bocado indigesto...

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Quinta-feira, 19.04.12

Gente normal...

Estou a atravessar uma daquelas fases em que por muito que me alheie do que me rodeia, apanho sempre uma frase qualquer vinda do nada que por alguma razão mexe com qualquer coisa cá dentro...

Hoje foi isto...

 

- Olha para aquela fulaninha a trazer comida de casa. Até parece que ficava mais pobre se comesse como gente normal...

 

Gente normal.

Admito. Foi isso que me fez saltar a tampa.

Na altura estava a beber um café no balcão ao lado das duas idiotas que partilhavam esta animada conversa e não evitei um sorriso de escárnio...

 

- Desculpe, disse alguma coisa engraçada? - perguntou-me ela.

- Nem por isso. Simplesmente proferiu o comentário mais idiota que ouvi nos últimos tempos. Ainda mais de quem vem...

- DESCULPE? - disse ela no tom mais ofendido que conseguiu.

- Não, não desculpo. Portanto se bem entendi, aquela senhora é menos que você porque decidiu trazer comida de casa enquanto você aparentemente tem poder económico para agir de forma diferente. Não deixa de ser engraçado porque a sua mala Louis Vuitton é mais falsa que a sua cor de cabelo e quase que aposto que vai pagar a sua refeição a crédito porque já não tem um tostão furado ao dia 19. Mas nada como manter as aparências, certo? Já agora, recomendo vivamente o arroz de pato aqui. É muito bom. Desfrute da sua refeição...

 

Sou muito directo e muito franco.

Admiro todos os portugueses que perante a situação actual, adaptam o que podem de forma a fazer esticar o pouco dinheiro que têm.

A anormalidade é ver pessoas que não têm onde cair mortas mas continuam a fazer vidinhas de dondocas porque há um status a manter. Nem que no conforto do lar morram à fome.

 

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Terça-feira, 17.04.12

Com que então dar a outra face...

Nunca fui um gato com grande fé na igreja.

É verdade que passei uns tempos na catequese mas como passava mais tempo a mirar as miúdas que a temer que Deus me desse cabo do canastro por desejar ardentemente quase todos os pecados mortais, não fiquei por lá muito tempo.

As poucas vezes que assisti à missa de Domingo fui de arrasto com a família e algumas vezes, sob ameaça de arma de fogo o que sempre achei ser um acto pouco católico mas enfim...

Acredito que Deus é um gajo porreiro. Afinal de contas, inventou o vinho sacramental (embora esteja por apurar o grau do dito, não deixa de ser vinho martelado), as freiras (e os respectivos fetiches com as ditas ou para os amantes de animais, com pinguins...) e o confessionário, que é sempre um sítio porreiro para um gajo bater uma sorna (os mais aventureiros provavelmente são capazes de ir para lá bater uma, sei lá. Por via das dúvidas, é melhor levar sempre um pacote de lenços de papel, just in case).

No entanto, por muito porreiro que ele possa ser (e eu admito, tenho uma certa simpatia por velhotes de barbas brancas) não é perfeito.

Segundo algumas mulheres que conheço, a perfeição tem o nome de George Clooney. Sempre imaginei que a perfeição não teria porcos de estimação mas não sou eu que vou contradizer um bando de mulheres. Isso é estar a pedir para levar um enxerto de porrada.

Nunca entendi bem aquela coisa do dar a outra face.

As pessoas que me conhecem sabem que para além da personalidade irascível, sou rancoroso QB. Não que considere isso um defeito, simplesmente que tenho boa memória. Muito boa memória.

O meu rancor é sui generis. Não tenho aquela postura tão feminina de deixar a coisa cozinhar em lume brando durante anos a fio se necessário para depois aplicar o golpe de misericórdia. Isso implica paciência (que não tenho), planeamento (que odeio) e um quase ódio visceral (que dá uma trabalheira do caraças).

Dar a outra face soa-me a algo tipo "deixar alguém passar impune perante uma atitude consciente de prejuízo a outrém".

E que eu saiba, a não ser que se pertença a uma seita qualquer de ingenuidade extrema, ninguém gosta de levar na peida dum chico esperto qualquer.

Soluções?

Bem, por muitos Avé Marias e Pais Nossos que se rezem, duvido que os mesmos consigam atrair um meteorito de dimensões consideráveis para o eixo gravitacional da Terra e acertar em cheio nos cornos dos ditos chicos espertos (para além dos danos consideráveis na localidade onde o dito chico esperto se encontrasse na altura do embate).

Donativos à Igreja também não são solução. Principalmente agora que vão deixar de ser dedutíveis no IRS...

O karma, esse sim, funciona.

Acredito piamente no dito. O meu também não é grande coisa (por alguma razão vou arder no inferno) mas comparado com o de algumas pessoas, estou mais que safo.

Existem pessoas que não colhem o que semeiam. Simplesmente levam com um tornado nos cornos que lhes vira a vida do avesso.

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Quarta-feira, 11.04.12

Será que vou ver morrer o sítio que me viu nascer?

 

Sou um filho orgulhoso da Maternidade Alfredo da Costa.

E como filho orgulhoso que sou, não me apraz ver cair o sítio onde nasci por politiquices de meia tigela.

Acabar com a Alfredo da Costa é o equivalente a serrar as patas da Torre Eiffel ou endireitar a Torre de Pisa. Não tem cabimento.

Muitos de nós nasceram lá. Alguns provavelmente viram os seus filhos nascerem lá. Existem laços afectivos inquebráveis que nos ligam não só ao edifício, mas a todos os profissionais que lá laboram todos os dias. Profissionais que fizeram da Alfredo da Costa aquilo que ela é hoje.

Eu não fui um parto fácil. Primeiro, porque estava no bem bom e não tinha vontade nenhuma de meter o nariz cá fora, o que significa que não estava propriamente a colaborar nem com a Mãe Felina nem com com os médicos, enfermeiros e afins. Um parto que estava previsto para as 9 da manhã acabou por ocorrer somente às 5 da tarde, o que foi uma chatice porque interrompeu-me o tea time (estava no fuso horário de Londres...).

Segundo rezam as crónicas, ainda estava eu num estado tão zen que nem dei um pio. E não vai de modas, levei com uma palmada na peida que abri os olhos e fiz sentir a minha presença em alto e bom som.

34 anos depois, ainda passo com regularidade às portas da Alfredo da Costa. Sorrio de cada vez que lá passo. Sei que aquela equipa (e nem sei se algum deles ainda lá trabalha) trouxe a este mundo muitos outros milhares de crianças (com palmadas na peida ou não).

Um edifício e todas essas pessoas que lidam com a maior dávida desta vida mereciam mais respeito e consideração.

Da minha parte, terão sempre a minha gratidão e admiração. E o solene compromisso que irei lutar a vosso lado para evitar a extinção do sítio que me viu nascer.

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Segunda-feira, 09.04.12

Em dia de derby lisboeta...

...apraz-me dizer umas palavritas (e se bem me recordo, das poucas que alguma vez proferi sobre o desporto rei aqui).

Não vi o derby. Para mal dos meus pecados, alguns badamecos têm de trabalhar. No entanto, não posso afirmar que não estava informado sobre o desenrolar. Alguns amigos sportinguistas (já agora, parabéns. Vitória justa e um bom jogo.) fizeram questão de me entupir o telemóvel de mensagens na altura do golo. Mas não é acerca de adeptos de um clube adversário que venho aqui escrever hoje.

Venho aqui escrever porque ao levar o lixo à rua não apanhei com uma garrafa de Sagres em cima por pura sorte. Suponho que no êxtase de felicidade, um grupo de caga tacos (um em especial) sabendo da minha preferência clubística (que não escondo, aliás ostento com muito gosto) acharam por bem dar largas ao seu contentamento a fazer tiro ao alvo.

Fantástico...

Após reflectir um pouco, estas são as melhores palavras que encontrei.

 

Não apoio fanatismos clubísticos. Do meu clube ou de qualquer outro.

Não dou guarida a pessoas que matam outras com very lights nos estádios. Que agridem gratuitamente famílias que vão aos estádios passar uma tarde a ver a bola. Que assaltam postos de combustíveis de cada vez que descem de Gaia para baixo. Para mim, a merda é toda a mesma.

Ser adepto de um clube em Portugal é perigoso. Nunca se sabe quando um idiota passa o limite do razoável e coloca a integridade física de outro ser humano em risco. Enfim.

 

Uma pequena adenda ao meu atirador (pouco) furtivo.

 

Dizem-me que com o passar dos anos moldei a minha personalidade e me tornei menos rancoroso.

Mas para ti, eu abro uma excepção...

Primeiro, porque tenho melhor pontaria que tu. Um dia quando fores pegar no carro pela manhã, percebes porquê...

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Domingo, 08.04.12

Este post já vem com delay mas é imperdível...

 

Ora bem...

Para todos aqueles que julgavam os dinossauros extintos porque caiu um meteorito nesta santa terrinha, por motivos de alterações climáticas ou porque simplesmente já não aguentavam ver o "A tua cara não me é estranha" e decidiram cometer suicídio colectivo ao melhor estilo de uma qualquer seita pseudo amish norte americana, enganem-se...

O nosso amado (salvo seja, que eu continuo a preferir de longe gajas...) bochechas decidiu provar a todos os analistas políticos da nossa praça que não só ainda tem gasolina no tanque (gostaram desta metáfora? Eu também...) para umas voltitas como possivelmente é o único dinossauro ao cimo da terra capaz de dar 199 km/h em auto estrada e ressonar feito uma debulhadora no banco de trás!

Eu devo ter visto o Jurassic Park umas 500 vezes. Não porque tenha um fetiche sexual com animais pré históricos de grande porte ou dentuças mais afiadas que a Marta Leite de Castro junto de meia dúzia de homens (ui, que eu hoje estou on fire...) mas simplesmente porque as pilhas do comando falharam e a minha televisão é do tempo do Álvaro Cunhal...E das 500 vezes que o vi, nunca vi um Velociraptor a dar mais de 62 km/h e se os queria atingir, tinha de dar às patas para ir atrás do jantar...O nosso bochechas é que é...

Is it a bird?

Is it a plane?

Is it Flash Gordon in a very gay outfit?

Nah...It´s Soarossauros Rex!!!

 

 

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Sim, estou a cavar nabiças no Facebook...

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